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Vale do Rio Doce


Publicada em: 00/00/0000

Tanto a se fazer, tanto a se pensar, e alguns partidos chamados "de esquerda" começam a querer chamar a atenção do povo brasileiro para um problema que não existe: a reestatização da Vale do Rio Doce, considerada a maior mineradora do mundo.

Reestatizar significa fazer com que a empresa, que agora √© privada, volte a ser p√ļblica. Mas por qu√™?

 

Bem, o argumento principal √© que a empresa, quando foi vendida em 1997, teria sido negociada a pre√ßo de banana, R$ 3,4 bilh√Ķes, quando na verdade teria um valor 10 vezes maior.

Uma outra questão diz respeito à participação, na compra, de uma empresa que ajudou na avaliação da Vale para a venda.

Fernando Henrique Cardoso: presidente do Brasil em 1997

A forma como se daria a reestatiza√ß√£o? Diversas a√ß√Ķes p√ļblicas est√£o sendo levadas a julgamento para o leil√£o em que a empresa foi vendida seja anulado.

O que n√£o se responde, entretanto, √© o tipo de acordo que se far√° com o avan√ßo que empresa teve desde que foi vendida. Para que tenhamos uma ideia, vejamos alguns n√ļmeros:

  • Em 1997 a Vale tinha 11 mil funcion√°rios. Hoje s√£o mais de 55 mil.
  • O valor investido pela empresa para seu crescimento, nos √ļltimos 10 anos, foi de US$ 55 bilh√Ķes, ou seja, o dobro do que havia sido investido durante os 54 anos anteriores de sua exist√™ncia, US$ 24 bilh√Ķes.
  • O valor estimado da empresa hoje √© de US$ 100 bilh√Ķes.

Um outro dado preocupante se refere ao mercado internacional. Como reagiriam empresas de outros países sabendo que um acordo de venda feito há dez anos foi cancelado? A resposta é até fácil: menos investimento para o país, menos credibilidade.


 

Um plebiscito, convocando toda a sociedade a dar sua opini√£o sobre o caso, deve ser realizado ainda este ano.

Pesando todos os pr√≥s e os contras, poderemos expressar o que acreditamos correto, com todo o cuidado para n√£o sermos direcionados por quest√Ķes ideol√≥gicas.




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