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História fascinante da nossa medicina


Publicada em: 26/01/2009

Você já ouviu falar em Jorge Valadares, Oswaldo Cruz e Carlos Chagas? Você sabe o que há em comum entre eles? A resposta está na fascinante história da medicina no Brasil.

Desde a chegada dos primeiros portugueses em nosso país, vieram também os chamados "físicos" - nome dado aos médicos da época - formados em universidades europeias. O primeiro deles teria sido Jorge Valadares, aqui desembarcado junto com o governador-geral do Brasil, Tomé de Souza.


As doenças mais comuns que esses doutores tiveram que combater durante o período colonial foram a varíola, a peste bubônica, a tuberculose, a sífilis e a febre amarela.

A batalha contra essas enfermidades, porém, quase sempre resultavam em derrota, pois o número de médicos era pequeno e os tratamentos bastante rudimentares.


As primeiras faculdades de medicina no Brasil surgiram apenas em 1808, nas cidades de Salvador e Rio de Janeiro, quando a corte portuguesa se mudou para cá. Registra-se dessa época um pequeno crescimento no número de médicos em nosso país, principalmente nas grandes cidades.

Mas os maiores avanços na área médica (tanto aqui no Brasil como no mundo) ocorreram no final do século XIX com a utilização do microscópio, que possibilitou a identificação dos germes como causadores de doenças.


O grande nome de destaque nessa área no Brasil foi o de Oswaldo Cruz, que se engajou principalmente na luta contra a febre amarela e a varíola. A obrigatoriedade de vacinação contra a varíola no Rio de Janeiro levou à chamada Revolta da Vacina, que durou vários dias e transformou a cidade em um campo de batalha.

Já no século XX outros médicos seguiram o caminho de Oswaldo Cruz e passaram a estudar e combater as mais diversas enfermidades. Carlos Chagas, por exemplo, descobriu a doença de chagas em fins de 1907.


Também nesse século novos órgãos públicos foram sendo criados para tentar solucionar o problema das epidemias e de saúde pública, como o Departamento Nacional de Saúde Pública, o Instituto Nacional de Previdência Social e o Sistema Único de Saúde.


Muitas coisas mudaram, portanto, ao longo do período, mas doenças como a AIDS e as epidemias de dengue mostram que o desafio médico ainda continua.

Você já ouviu falar em Jorge Valadares, Oswaldo Cruz e Carlos Chagas? Você sabe o que há em comum entre eles? A resposta está na fascinante história da medicina no Brasil.

Desde a chegada dos primeiros portugueses em nosso país, vieram também os chamados "físicos" - nome dado aos médicos da época - formados em universidades europeias. O primeiro deles teria sido Jorge Valadares, aqui desembarcado junto com o governador-geral do Brasil, Tomé de Souza.


As doenças mais comuns que esses doutores tiveram que combater durante o período colonial foram a varíola, a peste bubônica, a tuberculose, a sífilis e a febre amarela.

A batalha contra essas enfermidades, porém, quase sempre resultavam em derrota, pois o número de médicos era pequeno e os tratamentos bastante rudimentares.


As primeiras faculdades de medicina no Brasil surgiram apenas em 1808, nas cidades de Salvador e Rio de Janeiro, quando a corte portuguesa se mudou para cá. Registra-se dessa época um pequeno crescimento no número de médicos em nosso país, principalmente nas grandes cidades.

Mas os maiores avanços na área médica (tanto aqui no Brasil como no mundo) ocorreram no final do século XIX com a utilização do microscópio, que possibilitou a identificação dos germes como causadores de doenças.


O grande nome de destaque nessa área no Brasil foi o de Oswaldo Cruz, que se engajou principalmente na luta contra a febre amarela e a varíola. A obrigatoriedade de vacinação contra a varíola no Rio de Janeiro levou à chamada Revolta da Vacina, que durou vários dias e transformou a cidade em um campo de batalha.

Já no século XX outros médicos seguiram o caminho de Oswaldo Cruz e passaram a estudar e combater as mais diversas enfermidades. Carlos Chagas, por exemplo, descobriu a doença de chagas em fins de 1907.


Também nesse século novos órgãos públicos foram sendo criados para tentar solucionar o problema das epidemias e de saúde pública, como o Departamento Nacional de Saúde Pública, o Instituto Nacional de Previdência Social e o Sistema Único de Saúde.


Muitas coisas mudaram, portanto, ao longo do período, mas doenças como a AIDS e as epidemias de dengue mostram que o desafio médico ainda continua.




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