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Redação do Enem 2011


Publicada em: 01/11/2011

A proposta de redação do Enem este ano teve como tema Viver em rede no século XXI: os limites entre o público e o privado. Trata-se de um assunto bastante atual, uma vez que os futuros alunos das universidades brasileiras estão (e devem estar) bastante familiarizados com as diversas mídias tecnológicas do mundo on-line, como os perfis sociais no Facebook, as atualizações instantâneas no Twitter, as publicações de imagens e textos no Tumblr etc. Isso mostra o quanto a escola não está (e não deve estar) na contramão das tecnologias: o conhecimento de leitura do espaço virtual é tão importante que serve como meio de avaliação do aluno numa prova tão prestigiada nacionalmente como o Enem.


A questão em torno da proposta era fazer o aluno pensar sobre o conteúdo que hoje se produz no espaço virtual – tanto aquele que utilizamos em consultas escolares (como o portal Clickideia), por exemplo, como aqueles cujos autores somos nós mesmos (como nossas atualizações no mural do Facebook). Uma vez que a ONU declarou o acesso à rede um direito fundamental do ser humano, uma vez que protestos políticos são organizados em redes sociais e uma vez que a manutenção de um perfil em uma rede social pode ser entendida como uma extensão da própria identidade do cidadão, nada mais interessante do que propor um tema tão apropriado.

Não podemos nos esquecer, infelizmente, dos delitos praticados por pessoas que optam pela prática do bullying, pela intervenção (cracker) em dados particulares sigilosos e todas as práticas criminosas abusivas que tomamos conhecimento a partir dos noticiários. Pensando nisso, foi parte da proposta de redação a apresentação de uma sugestão de conscientização social que pudesse ser parte de uma solução para os problemas apontados. É importante que a sociedade tome ciência, por exemplo, de que o ambiente virtual não funciona separadamente dos direitos e deveres instituídos pela sociedade e uma atualização na legislação que preveja penas para aqueles que o utilizam de forma irregular se faz necessária. Essa e outras propostas de conscientização devem apontar para o fato de que o ambiente virtual deve ser utilizado para o exercício da cidadania e mostrar que a internet é um espaço social onde se podem construir conhecimentos coletivos democraticamente.

A proposta de redação do Enem este ano teve como tema Viver em rede no século XXI: os limites entre o público e o privado. Trata-se de um assunto bastante atual, uma vez que os futuros alunos das universidades brasileiras estão (e devem estar) bastante familiarizados com as diversas mídias tecnológicas do mundo on-line, como os perfis sociais no Facebook, as atualizações instantâneas no Twitter, as publicações de imagens e textos no Tumblr etc. Isso mostra o quanto a escola não está (e não deve estar) na contramão das tecnologias: o conhecimento de leitura do espaço virtual é tão importante que serve como meio de avaliação do aluno numa prova tão prestigiada nacionalmente como o Enem.

Mídias sociais como parte da nossa vivência social

A questão em torno da proposta era fazer o aluno pensar sobre o conteúdo que hoje se produz no espaço virtual – tanto aquele que utilizamos em consultas escolares (como o portal Clickideia), por exemplo, como aqueles cujos autores somos nós mesmos (como nossas atualizações no mural do Facebook). Uma vez que a ONU declarou o acesso à rede um direito fundamental do ser humano, uma vez que protestos políticos são organizados em redes sociais e uma vez que a manutenção de um perfil em uma rede social pode ser entendida como uma extensão da própria identidade do cidadão, nada mais interessante do que propor um tema tão apropriado.

Não podemos nos esquecer, infelizmente, dos delitos praticados por pessoas que optam pela prática do bullying, pela intervenção (cracker) em dados particulares sigilosos e todas as práticas criminosas abusivas que tomamos conhecimento a partir dos noticiários. Pensando nisso, foi parte da proposta de redação a apresentação de uma sugestão de conscientização social que pudesse ser parte de uma solução para os problemas apontados. É importante que a sociedade tome ciência, por exemplo, de que o ambiente virtual não funciona separadamente dos direitos e deveres instituídos pela sociedade e uma atualização na legislação que preveja penas para aqueles que o utilizam de forma irregular se faz necessária. Essa e outras propostas de conscientização devem apontar para o fato de que o ambiente virtual deve ser utilizado para o exercício da cidadania e mostrar que a internet é um espaço social onde se podem construir conhecimentos coletivos democraticamente.




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