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Especiarias valiam mais que ouro?


Publicada em: 07/11/2011

Nos séculos XIV e XV, na Europa, as especiarias eram consideradas grandes riquezas - algumas valiam mais do que ouro! 

As especiarias são diversos produtos de origem vegetal (flor, fruto, semente, casca, caule, raiz), que possuem aroma e/ou sabor acentuados. Elas eram (e ainda são) utilizadas na culinária como tempero e para a conservação de alimentos; e também na preparação de óleos, cosméticos, incensos e medicamentos. Os produtos mais apreciados e procurados eram a pimenta-do-reino, o açafrão, a canela, o cravo-da-índia, o gengibre, entre outros.
Eram produtos de luxo utilizados apenas pela nobreza. Quando o soberano de uma nação queria homenagear alguém, geralmente lhe mandava de presente especiarias. Seus vassalos saíam em cortejo levando em pequenas caixas as tão fabulosas e raras sementes vindas do Oriente. 


Na Idade Média, a pimenta-do-reino, por exemplo, tinha muito valor. Era usada para conservar os alimentos. Servia como prêmio aos vencedores de duelos e como moeda para pagamentos de impostos. Você podia imaginar que a pimenta-do-reino pudesse ter sido assim tão cobiçada? Foi a partir das Cruzadas que os europeus passaram a consumir especiarias vindas das regiões tropicais do Oriente. Como vinham de terras longínquas, trazidas em viagens perigosas e arriscadas, a procura era maior do que a oferta. Por isso, os preços eram elevados e somente os que eram muito ricos é que se davam ao luxo de comprá-las. Para atender a demanda por esses produtos, ampliou-se o comércio entre o Ocidente e o Oriente através da descoberta de novas rotas terrestres e marítimas. Essas rotas uniam não apenas a Europa internamente, mas esta à China e às Índias.

O comércio entre a Europa e o Oriente acontecia tranquilamente até 1435. Nesse ano, os turcos conquistaram Constantinopla e bloquearam as principais rotas comerciais dos europeus. Tentando solucionar esse problema, Portugal, seguido pela Espanha, organizou expedições para a exploração de rotas alternativas, através dos mares e oceanos, para o Oriente. Foi assim que o continente americano acabou sendo descoberto.
Com o estabelecimento de colônias no continente americano, as nações europeias introduziram nelas o plantio das especiarias asiáticas. As especiarias se tornaram mais acessíveis no mercado e ficaram, então, mais baratas.

Especiarias são produtos de origem vegetal (flor, fruto, semente, casca, caule, raiz) que possuem aroma e/ou sabor acentuados

Nos séculos XIV e XV, na Europa, as especiarias eram consideradas grandes riquezas - algumas valiam mais do que ouro! 

As especiarias são diversos produtos de origem vegetal (flor, fruto, semente, casca, caule, raiz), que possuem aroma e/ou sabor acentuados. Elas eram (e ainda são) utilizadas na culinária como tempero e para a conservação de alimentos; e também na preparação de óleos, cosméticos, incensos e medicamentos. Os produtos mais apreciados e procurados eram a pimenta-do-reino, o açafrão, a canela, o cravo-da-índia, o gengibre, entre outros.
Eram produtos de luxo utilizados apenas pela nobreza. Quando o soberano de uma nação queria homenagear alguém, geralmente lhe mandava de presente especiarias. Seus vassalos saíam em cortejo levando em pequenas caixas as tão fabulosas e raras sementes vindas do Oriente. 

Especiarias eram utilizadas na culinária e na preparação de óleos, cosméticos, incensos e medicamentos

Na Idade Média, a pimenta-do-reino, por exemplo, tinha muito valor. Era usada para conservar os alimentos. Servia como prêmio aos vencedores de duelos e como moeda para pagamentos de impostos. Você podia imaginar que a pimenta-do-reino pudesse ter sido assim tão cobiçada? Foi a partir das Cruzadas que os europeus passaram a consumir especiarias vindas das regiões tropicais do Oriente. Como vinham de terras longínquas, trazidas em viagens perigosas e arriscadas, a procura era maior do que a oferta. Por isso, os preços eram elevados e somente os que eram muito ricos é que se davam ao luxo de comprá-las. Para atender a demanda por esses produtos, ampliou-se o comércio entre o Ocidente e o Oriente através da descoberta de novas rotas terrestres e marítimas. Essas rotas uniam não apenas a Europa internamente, mas esta à China e às Índias.

O comércio entre a Europa e o Oriente acontecia tranquilamente até 1435. Nesse ano, os turcos conquistaram Constantinopla e bloquearam as principais rotas comerciais dos europeus. Tentando solucionar esse problema, Portugal, seguido pela Espanha, organizou expedições para a exploração de rotas alternativas, através dos mares e oceanos, para o Oriente. Foi assim que o continente americano acabou sendo descoberto.
Com o estabelecimento de colônias no continente americano, as nações europeias introduziram nelas o plantio das especiarias asiáticas. As especiarias se tornaram mais acessíveis no mercado e ficaram, então, mais baratas.