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A economia das migra√ß√Ķes


Publicada em: 16/01/2012

Milhões de pessoas em todo mundo não moram em seus países de origem. São imigrantes que vão buscar melhores condições de vida fora de sua terra natal. Segundo a ONU, esses movimentos migratórios são fundamentais para a expansão da economia mundial.

ONU afirma que as migrações geram uma grande e desconhecida contribuição à economia global. Por exemplo, nos países em desenvolvimento, as remessas feitas por migrantes vivendo no exterior somam perto de US$ 150 bilhões ao ano. Dinheiro que é investido nesses países e ajuda no crescimento de sua economia.

Além disso, alguns setores econômicos em muitas nações industrializadas são totalmente dependentes do trabalho dos migrantes. Alguns desses setores seriam arruinados caso a mão de obra migrante fosse eliminada. Por exemplo, grande parte do trabalho braçal das fábricas japonesas é feito por decasséguis (aquele que se fixa, mas apenas temporariamente, no Japão, para trabalhar) de todo o mundo.

Ainda segundo a ONU, nos últimos anos está acontecendo o aumento das migrações em todo o mundo. Esse crescimento nas migrações é provocado pelas diferenças demográficas e de desenvolvimento entre os países. Por isso, é muito importante que os governos mundiais levem em conta essa tendência de aumento nas migrações ao formular suas políticas, além de redobrar os esforços para combater o tráfico humano.


De acordo com dados da ONU, os Estados Unidos transformaram-se em um dos principais destinos para imigrantes legais e ilegais do Brasil. Eles vêm se estabelecendo em estados como a Flórida, Massachusetts e Nova York.

O número de brasileiros nos EUA praticamente triplicou entre 1995 (quando alcançava 82,5 mil imigrantes) e 2000 (ano em que passaram a somar 212,4 mil pessoas). Em Portugal, os brasileiros compõem 11% dos 191 mil imigrantes legais, enquanto no Japão eles somam 250 mil imigrantes.

Cartaz de propaganda do governo brasileiro incentivando a imigração de europeus

Milhões de pessoas em todo mundo não moram em seus países de origem. São imigrantes que vão buscar melhores condições de vida fora de sua terra natal. Segundo a ONU, esses movimentos migratórios são fundamentais para a expansão da economia mundial.

ONU afirma que as migrações geram uma grande e desconhecida contribuição à economia global. Por exemplo, nos países em desenvolvimento, as remessas feitas por migrantes vivendo no exterior somam perto de US$ 150 bilhões ao ano. Dinheiro que é investido nesses países e ajuda no crescimento de sua economia.

Além disso, alguns setores econômicos em muitas nações industrializadas são totalmente dependentes do trabalho dos migrantes. Alguns desses setores seriam arruinados caso a mão de obra migrante fosse eliminada. Por exemplo, grande parte do trabalho braçal das fábricas japonesas é feito por decasséguis (aquele que se fixa, mas apenas temporariamente, no Japão, para trabalhar) de todo o mundo.

Ainda segundo a ONU, nos últimos anos está acontecendo o aumento das migrações em todo o mundo. Esse crescimento nas migrações é provocado pelas diferenças demográficas e de desenvolvimento entre os países. Por isso, é muito importante que os governos mundiais levem em conta essa tendência de aumento nas migrações ao formular suas políticas, além de redobrar os esforços para combater o tráfico humano.


O Brasil foi um país que atraiu muitos imigrantes (italianos, portugueses, alemães, japoneses etc)

De acordo com dados da ONU, os Estados Unidos transformaram-se em um dos principais destinos para imigrantes legais e ilegais do Brasil. Eles vêm se estabelecendo em estados como a Flórida, Massachusetts e Nova York.

O número de brasileiros nos EUA praticamente triplicou entre 1995 (quando alcançava 82,5 mil imigrantes) e 2000 (ano em que passaram a somar 212,4 mil pessoas). Em Portugal, os brasileiros compõem 11% dos 191 mil imigrantes legais, enquanto no Japão eles somam 250 mil imigrantes.




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