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ART

A Música como profissão


Publicada em: 14/05/2012

A música sempre esteve presente em nossas vidas desde as antigas civilizações. Ligada principalmente à comunicação com o desconhecido, foi considerada por um bom tempo uma linguagem autônoma - de uma certa forma, distante para a maioria das pessoas. Durante o auge da civilização grega, a música era praticada durante as olimpíadas e estudada pelos grandes filósofos, como Pitágoras, Platão e Aristóteles. Já na Idade Média, ela foi praticada e estudada dentro dos muros da igreja e somente alguns poucos (que de lá saíram) produziram-na de forma mais livre. Ao longo dos séculos XVII e XIX ela se popularizou com a ópera, e o século XX tratou de torná-la cada vez mais acessível. Embora apreciada e cultivada por todos, sua produção sempre foi cercada de uma aura misteriosa, de difícil alcance, e somente as pessoas que apresentassem o 'dom' poderiam produzí-la. Aos demais mortais, o ouvido.

Entre a década de 80 até os dias de hoje, a música passou por um processo de popularização e industrialização. Cada vez mais registram-se músicas, bandas, novos sons e novas ideias. Tudo proporcionado pela facilidade de acesso e o constante avanço da tecnologia. É possível atualmente produzir músicas no seu computador de casa e no celular. Ouvimos música o tempo todo e em qualquer lugar. Música é, hoje, além de uma arte, um produto industrial de valor financeiro e social. Músico é também profissão.


A profissão do músico sempre foi vista pela ótica do inatingível. Ser um músico é quase como manter o sacerdócio. Deveria começar quando pequeno, senão é tarde demais. Deveria também dedicar-se, no mínimo, por oito horas diárias e ininterruptas de estudos - uma clara alusão aos antigos Conservatorium criados na Europa a partir do século XVI. Além disso, é impossível ser um músico se não há ninguém da sua família que também seja músico. Assim é difícil. Como nós, pequenos mortais cercados de sonhos e desejos, podemos entrar nessa profissão? Outro grande estigma que se iniciou ao longo das décadas de 60 e 70, com o surgimento do rock e do movimento hippie, foi a rotulação de uma pessoa desajustada da sociedade. Músico geralmente: ou não trabalha, ou é hippie, ou é drogado. Ou melhor, ser músico é quase um ser desocupado perambulando pelo mundo. Pensar em ser músico é como se você jogasse fora toda a sua vida.

Isso já passou. Hoje em dia devemos considerar a profissão do músico, regulamentada na CBO (Classificação Brasileira de Ocupações - Saiba mais em MTECBO), como uma profissão qualquer e que requer a formação e dedicação para seu sucesso. Os fantasmas do desemprego ou do subemprego são os mesmos para qualquer um. Diante do bom momento financeiro por que passa o país atualmente, o trabalho com as linguagens artísticas tem, inclusive, crescido. Há inúmeras oportunidades de trabalho em vários níveis e campos de atuação.


Um músico hoje pode trabalhar em estúdios de gravação, na área de lazer e eventos, trabalhos individuais (entenda-se a produção de shows e CDs), agenciamento de outros músicos, teatro, cinema, empresas, programas sociais, programas culturais oferecidos por instituições públicas ou particulares, e tantas outras. Porém é uma profissão que requer estudos sistemáticos, ou seja, tem que gostar de estudar. Isso faz parte da vida do músico. Geralmente chamamos esse estudo de Ensaio. Estar atualizado e em constante transformação com o mercado. Compreender profundamente a linguagem musical, suas tendências e características, e as técnicas da área de atuação. Seja como instrumentista, cantor ou regente.

O Centro Paula Souza iniciou, no último dia 27 de abril, as inscrições para todos os cursos técnicos por ele oferecidos. Dentre eles, os cursos técnicos em Canto e Regência, na área de música. Estes cursos são oferecidos na ETEC de Artes e na ETEC de Ourinhos. Eles têm como foco o início da formação artística e da formação como profissional na área: compreender a linguagem músical, a história, técnicas de produção, técnicas de trabalho, desenvolvimento de projetos e gestão de projetos musicais. É uma oportunidade ímpar de iniciar seus estudos e realizar o sonho de tornar essa arte acessível - diferentemente do que fora outrora - tanto para quem quer produzir como ampliar as oportunidades para quem a consome.

Seja músico!

A música sempre esteve presente em nossas vidas desde as antigas civilizações. Ligada principalmente à comunicação com o desconhecido, foi considerada por um bom tempo uma linguagem autônoma - de uma certa forma, distante para a maioria das pessoas. Durante o auge da civilização grega, a música era praticada durante as olimpíadas e estudada pelos grandes filósofos, como Pitágoras, Platão e Aristóteles. Já na Idade Média, ela foi praticada e estudada dentro dos muros da igreja e somente alguns poucos (que de lá saíram) produziram-na de forma mais livre. Ao longo dos séculos XVII e XIX ela se popularizou com a ópera, e o século XX tratou de torná-la cada vez mais acessível. Embora apreciada e cultivada por todos, sua produção sempre foi cercada de uma aura misteriosa, de difícil alcance, e somente as pessoas que apresentassem o 'dom' poderiam produzí-la. Aos demais mortais, o ouvido.

Entre a década de 80 até os dias de hoje, a música passou por um processo de popularização e industrialização. Cada vez mais registram-se músicas, bandas, novos sons e novas ideias. Tudo proporcionado pela facilidade de acesso e o constante avanço da tecnologia. É possível atualmente produzir músicas no seu computador de casa e no celular. Ouvimos música o tempo todo e em qualquer lugar. Música é, hoje, além de uma arte, um produto industrial de valor financeiro e social. Músico é também profissão.


A profissão do músico sempre foi vista pela ótica do inatingível. Ser um músico é quase como manter o sacerdócio. Deveria começar quando pequeno, senão é tarde demais. Deveria também dedicar-se, no mínimo, por oito horas diárias e ininterruptas de estudos - uma clara alusão aos antigos Conservatorium criados na Europa a partir do século XVI. Além disso, é impossível ser um músico se não há ninguém da sua família que também seja músico. Assim é difícil. Como nós, pequenos mortais cercados de sonhos e desejos, podemos entrar nessa profissão? Outro grande estigma que se iniciou ao longo das décadas de 60 e 70, com o surgimento do rock e do movimento hippie, foi a rotulação de uma pessoa desajustada da sociedade. Músico geralmente: ou não trabalha, ou é hippie, ou é drogado. Ou melhor, ser músico é quase um ser desocupado perambulando pelo mundo. Pensar em ser músico é como se você jogasse fora toda a sua vida.

Isso já passou. Hoje em dia devemos considerar a profissão do músico, regulamentada na CBO (Classificação Brasileira de Ocupações - Saiba mais em MTECBO), como uma profissão qualquer e que requer a formação e dedicação para seu sucesso. Os fantasmas do desemprego ou do subemprego são os mesmos para qualquer um. Diante do bom momento financeiro por que passa o país atualmente, o trabalho com as linguagens artísticas tem, inclusive, crescido. Há inúmeras oportunidades de trabalho em vários níveis e campos de atuação.


Um músico hoje pode trabalhar em estúdios de gravação, na área de lazer e eventos, trabalhos individuais (entenda-se a produção de shows e CDs), agenciamento de outros músicos, teatro, cinema, empresas, programas sociais, programas culturais oferecidos por instituições públicas ou particulares, e tantas outras. Porém é uma profissão que requer estudos sistemáticos, ou seja, tem que gostar de estudar. Isso faz parte da vida do músico. Geralmente chamamos esse estudo de Ensaio. Estar atualizado e em constante transformação com o mercado. Compreender profundamente a linguagem musical, suas tendências e características, e as técnicas da área de atuação. Seja como instrumentista, cantor ou regente.

O Centro Paula Souza iniciou, no último dia 27 de abril, as inscrições para todos os cursos técnicos por ele oferecidos. Dentre eles, os cursos técnicos em Canto e Regência, na área de música. Estes cursos são oferecidos na ETEC de Artes e na ETEC de Ourinhos. Eles têm como foco o início da formação artística e da formação como profissional na área: compreender a linguagem músical, a história, técnicas de produção, técnicas de trabalho, desenvolvimento de projetos e gestão de projetos musicais. É uma oportunidade ímpar de iniciar seus estudos e realizar o sonho de tornar essa arte acessível - diferentemente do que fora outrora - tanto para quem quer produzir como ampliar as oportunidades para quem a consome.

Seja músico!




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