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Pesquisadores desvendam o microbioma humano


Publicada em: 25/06/2012

Um estudo envolvendo cerca de 80 grupos de pesquisadores que fazem parte do Consórcio Internacional do Microbioma Humano (IHMC, sigla em inglês) foi publicado na revista internacional Nature, no dia 14 de junho de 2012, e teve como objetivo a caracterização inicial do microbioma existente na população ocidental saudável.

 

Esse grupo de cientistas trabalha em conjunto desde novembro de 2005, sendo que o processo de trabalho e seus princípios foram sendo discutidos em encontros marcados ao longo desses anos. Apenas em outubro de 2008 é que esse consórcio de pesquisadores foi oficialmente lançado, durante um encontro em Heidelberg, na Alemanha.

 

Estudos anteriores já demonstravam que o microbioma humano, encontrado, por exemplo, na pele, no canal vaginal e no intestino, pode diferir consideravelmente mesmo entre indivíduos saudáveis. Apesar do motivo dessa grande diversidade ainda ser inexplicável, pesquisadores já haviam sugerido que a alimentação, a genética, bem como o ambiente podem influenciar na diversidade de organismos.


Sabendo dessa grande variabilidade, para conseguir caracterizar a ecologia das comunidades microbianas associadas ao homem, o IHMC analisou um grande grupo de pessoas (242 voluntários), assim como as principais regiões corpóreas que abrigam esses organismos. Foram coletadas amostras de cinco regiões corpóreas principais: boca, nariz, pele, intestino e vagina. No caso do sexo feminino, o número total de amostras foi igual a 18, e no masculino, 15.


Uma das conclusões obtidas com esse trabalho é que o corpo humano adulto sadio abriga dez vezes mais microrganismos que células humanas, incluindo entre esses organismos: vírus, bactérias, arqueobactérias e microrganismos eucarióticos. Se somarmos o genoma de todos esses microrganismos, o resultado ultrapassa, em tamanho, o genoma humano.

 

A partir desse estudo bastante complexo e aprofundado, foi possível determinar a abrangência de cada tipo de microrganismo, como podemos visualizar na imagem ao lado, apresentada originalmente no artigo da revista Nature.

Um estudo envolvendo cerca de 80 grupos de pesquisadores que fazem parte do Consórcio Internacional do Microbioma Humano (IHMC, sigla em inglês) foi publicado na revista internacional Nature, no dia 14 de junho de 2012, e teve como objetivo a caracterização inicial do microbioma existente na população ocidental saudável.

 

Esse grupo de cientistas trabalha em conjunto desde novembro de 2005, sendo que o processo de trabalho e seus princípios foram sendo discutidos em encontros marcados ao longo desses anos. Apenas em outubro de 2008 é que esse consórcio de pesquisadores foi oficialmente lançado, durante um encontro em Heidelberg, na Alemanha.

 

Estudos anteriores já demonstravam que o microbioma humano, encontrado, por exemplo, na pele, no canal vaginal e no intestino, pode diferir consideravelmente mesmo entre indivíduos saudáveis. Apesar do motivo dessa grande diversidade ainda ser inexplicável, pesquisadores já haviam sugerido que a alimentação, a genética, bem como o ambiente podem influenciar na diversidade de organismos.


Sabendo dessa grande variabilidade, para conseguir caracterizar a ecologia das comunidades microbianas associadas ao homem, o IHMC analisou um grande grupo de pessoas (242 voluntários), assim como as principais regiões corpóreas que abrigam esses organismos. Foram coletadas amostras de cinco regiões corpóreas principais: boca, nariz, pele, intestino e vagina. No caso do sexo feminino, o número total de amostras foi igual a 18, e no masculino, 15.


Uma das conclusões obtidas com esse trabalho é que o corpo humano adulto sadio abriga dez vezes mais microrganismos que células humanas, incluindo entre esses organismos: vírus, bactérias, arqueobactérias e microrganismos eucarióticos. Se somarmos o genoma de todos esses microrganismos, o resultado ultrapassa, em tamanho, o genoma humano.

 

A partir desse estudo bastante complexo e aprofundado, foi possível determinar a abrangência de cada tipo de microrganismo, como podemos visualizar na imagem ao lado, apresentada originalmente no artigo da revista Nature.




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