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Nas asas da Rio+20


Publicada em: 02/07/2012

A Conferência das Nações Unidas sobre o Desenvolvimento Sustentável, a Rio + 20, tem como objetivo a renovação do compromisso político com o desenvolvimento sustentável e a erradicação da pobreza. Por isso, temas como o meio ambiente, a economia mundial, o sistema capitalista, etc., compõem a pauta de discussões, não somente dos governantes e representantes estatais, mas também de toda população. É impossível não refletirmos sobre nossas atitudes com relação ao planeta quando projetamos nosso futuro. Pensar nas próximas gerações através dos atos presentes é responsabilidade que cabe a todos os cidadãos.


O Brasil vem, desde 1500, sofrendo com a ocupação e a utilização do solo. Os nossos recursos naturais são utilizados de forma desenfreada e inconsequente. Vários são os sintomas de desequilibrio ecológico que observamos em todo o país. As constantes secas na região Nordeste, principalmente ao longo do século XX, marcou e atrasou o desenvolvimento de grande parte do país, deixando marcas profundas. O fluxo migratório para as regiões do Sudeste causado pelas constantes secas já foi tratado por vários escritores, como no livro Vidas Secas, de Graciliano Ramos (uma dica de leitura para as férias), e tantos outros.

A cultura nordestina traz várias referências sobre a seca e o fluxo migratório decorrente. Dentre tantos outros, a música Asa Branca, de Luiz Gonzaga e Humberto Teixeira, gravada em 1947, retoma em sua letra a tristeza e a esperança do povo nordestino. Em poucas palavras, Luiz Gonzaga conseguiu expressar um sentimento coletivo que, transmitida geração após geração, tornou-se um hino do sentimento não somente nordestino, mas de todo o país. É muito difícil achar alguém que não conheça ou nunca tenha escutado essa música; ela já está presente no inconsciente coletivo brasileiro. Foi gravada e referenciada várias vezes por diversos compositores, como Raul Seixas, Caetano Veloso e tantos outros. Inúmeras também são as versões: para música solo, duplas, trios, orquestras, bandas, corais, etc.


Neste ano em que comemoramos o centenário de Luiz Gonzaga e a realização da Rio+20, fica a ideia e a reflexão sobre nosso passado, além da construção de nosso futuro. Mais do que as decisões tomadas pelos governantes, é preciso mudar nossas atitudes quanto à sustentabilidade e à manutenção do planeta em que vivemos. Comecemos mudando nossas ações com nossos amigos. Para refletir, fica a boa e velha Asa Branca, do mestre Lua.


Quando o verde dos teus olhos se espalhar na plantação,
eu te asseguro, não chores não,
que eu voltarei, meu coração.


A Conferência das Nações Unidas sobre o Desenvolvimento Sustentável, a Rio + 20, tem como objetivo a renovação do compromisso político com o desenvolvimento sustentável e a erradicação da pobreza. Por isso, temas como o meio ambiente, a economia mundial, o sistema capitalista, etc., compõem a pauta de discussões, não somente dos governantes e representantes estatais, mas também de toda população. É impossível não refletirmos sobre nossas atitudes com relação ao planeta quando projetamos nosso futuro. Pensar nas próximas gerações através dos atos presentes é responsabilidade que cabe a todos os cidadãos.


Disco original de Luiz Gonzaga gravado em 1947

O Brasil vem, desde 1500, sofrendo com a ocupação e a utilização do solo. Os nossos recursos naturais são utilizados de forma desenfreada e inconsequente. Vários são os sintomas de desequilibrio ecológico que observamos em todo o país. As constantes secas na região Nordeste, principalmente ao longo do século XX, marcou e atrasou o desenvolvimento de grande parte do país, deixando marcas profundas. O fluxo migratório para as regiões do Sudeste causado pelas constantes secas já foi tratado por vários escritores, como no livro Vidas Secas, de Graciliano Ramos (uma dica de leitura para as férias), e tantos outros.

A cultura nordestina traz várias referências sobre a seca e o fluxo migratório decorrente. Dentre tantos outros, a música Asa Branca, de Luiz Gonzaga e Humberto Teixeira, gravada em 1947, retoma em sua letra a tristeza e a esperança do povo nordestino. Em poucas palavras, Luiz Gonzaga conseguiu expressar um sentimento coletivo que, transmitida geração após geração, tornou-se um hino do sentimento não somente nordestino, mas de todo o país. É muito difícil achar alguém que não conheça ou nunca tenha escutado essa música; ela já está presente no inconsciente coletivo brasileiro. Foi gravada e referenciada várias vezes por diversos compositores, como Raul Seixas, Caetano Veloso e tantos outros. Inúmeras também são as versões: para música solo, duplas, trios, orquestras, bandas, corais, etc.


Neste ano em que comemoramos o centenário de Luiz Gonzaga e a realização da Rio+20, fica a ideia e a reflexão sobre nosso passado, além da construção de nosso futuro. Mais do que as decisões tomadas pelos governantes, é preciso mudar nossas atitudes quanto à sustentabilidade e à manutenção do planeta em que vivemos. Comecemos mudando nossas ações com nossos amigos. Para refletir, fica a boa e velha Asa Branca, do mestre Lua.


Quando o verde dos teus olhos se espalhar na plantação,
eu te asseguro, não chores não,
que eu voltarei, meu coração.





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