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Amado


Publicada em: 03/09/2012

Neste ano, além de Luis Gonzaga, comemoramos também o centenário de Jorge Amado. Jorge é um dos principais nomes na literatura brasileira, sendo reconhecido e agraciado com os principais prêmios mundiais. O universo de Jorge Amado traduz os costumes e tradições do nordeste do Brasil que refletem a base da sociedade brasileira como um todo.
Seus livros já foram traduzidos em 49 idiomas. Grandes romances, como Capitães de Areia, Mar Morto, Terras do Sem Fim, Bahia de todos os Santos, Seara Vermelha, Tieta do Agreste, Tenda dos Milagres e Gabriela Cravo e Canela, acompanham a vida e a formação do povo brasileiro ao longo de décadas. A importância desta obra é traduzida na capacidade de aglutinar obras fantásticas ao redor dela. Seus romances chamaram a atenção de diversos artistas em diversas linguagens que buscaram, ao longo de décadas, traduzir o mundo de Jorge Amado em seus trabalhos. As ilustrações dos seus livros contam com a participação de artistas plásticos, como Carlos Scliar, Carybé, Di Cavalcanti, Iberê Camargo, Oswaldo Goeldi, Kiko Farkas e outros.


Na música, o compositor Antonio Carlos Jobim - ou simplesmente Tom Jobim - compôs uma das mais célebres obras do cancioneiro brasileiro ao transpor o sentimento de um dos personagens do romance Gabriela Cravo e Canela. O Tema de Amor para Gabriela traduz, ao mesmo tempo, tanto o ambiente do romance como a brasilidade rítmica e melódica contida na tradição de compositores como Villa-Lobos e outros.
O cinema brasileiro também realizou adaptações e interpretações da obra literária de Jorge Amado. Os mais famosos foram Seara Vermelha (1964), Dona Flôr e seus dois maridos (1976), Gabriela (1983), Tieta do Agreste (1996) e Tenda dos Milagres (1977). Na televisão, as novelas Gabriela (1976) e Tieta (1989) fizeram grande sucesso no Brasil e no exterior.
Para comemorar o centenário, o remake da novela de 76, Gabriela, é uma oportunidade ímpar de tomar contato ou revisitar o mundo de Jorge Amado. Nele, mantiveram parte da trilha sonora original utilizada na década de 70. Músicos como Djavan (em início de carreira), Gal Costa, Moraes Moreira, Maria Bethânia, Fafá de Belém, Geraldo Azevedo e o grande mestre Elomar descortinam a música popular brasileira ainda livre de modismos ou interesses mercadológicos.
Viva Jorge Amado!

Capa da edição original de Gabriela Cravo e Canela, de Jorge Amado

Neste ano, além de Luis Gonzaga, comemoramos também o centenário de Jorge Amado. Jorge é um dos principais nomes na literatura brasileira, sendo reconhecido e agraciado com os principais prêmios mundiais. O universo de Jorge Amado traduz os costumes e tradições do nordeste do Brasil que refletem a base da sociedade brasileira como um todo.
Seus livros já foram traduzidos em 49 idiomas. Grandes romances, como Capitães de Areia, Mar Morto, Terras do Sem Fim, Bahia de todos os Santos, Seara Vermelha, Tieta do Agreste, Tenda dos Milagres e Gabriela Cravo e Canela, acompanham a vida e a formação do povo brasileiro ao longo de décadas. A importância desta obra é traduzida na capacidade de aglutinar obras fantásticas ao redor dela. Seus romances chamaram a atenção de diversos artistas em diversas linguagens que buscaram, ao longo de décadas, traduzir o mundo de Jorge Amado em seus trabalhos. As ilustrações dos seus livros contam com a participação de artistas plásticos, como Carlos Scliar, Carybé, Di Cavalcanti, Iberê Camargo, Oswaldo Goeldi, Kiko Farkas e outros.


Tom Jobim, autor de um dos grandes clássicos da MPB sobre Gabriela

Na música, o compositor Antonio Carlos Jobim - ou simplesmente Tom Jobim - compôs uma das mais célebres obras do cancioneiro brasileiro ao transpor o sentimento de um dos personagens do romance Gabriela Cravo e Canela. O Tema de Amor para Gabriela traduz, ao mesmo tempo, tanto o ambiente do romance como a brasilidade rítmica e melódica contida na tradição de compositores como Villa-Lobos e outros.
O cinema brasileiro também realizou adaptações e interpretações da obra literária de Jorge Amado. Os mais famosos foram Seara Vermelha (1964), Dona Flôr e seus dois maridos (1976), Gabriela (1983), Tieta do Agreste (1996) e Tenda dos Milagres (1977). Na televisão, as novelas Gabriela (1976) e Tieta (1989) fizeram grande sucesso no Brasil e no exterior.
Para comemorar o centenário, o remake da novela de 76, Gabriela, é uma oportunidade ímpar de tomar contato ou revisitar o mundo de Jorge Amado. Nele, mantiveram parte da trilha sonora original utilizada na década de 70. Músicos como Djavan (em início de carreira), Gal Costa, Moraes Moreira, Maria Bethânia, Fafá de Belém, Geraldo Azevedo e o grande mestre Elomar descortinam a música popular brasileira ainda livre de modismos ou interesses mercadológicos.
Viva Jorge Amado!




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