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Aulas em inglês nas universidades brasileiras


Publicada em: 10/06/2013

Para fazer com que o Brasil se aproxime do cenário acadêmico global, universidades brasileiras têm oferecido disciplinas de diversas áreas em inglês, buscando romper as barreiras e o isolamento do Brasil na área acadêmica. Saiba como isso vem ocorrendo e formule sua opinião sobre o assunto.


Duas iniciativas importantes para que o Brasil seja de fato inserido no meio acadêmico mundial são as bolsas de estudo no exterior do programa Ciência sem Fronteiras e o aumento das publicações de pesquisas em meios estrangeiros. Entretanto, de acordo com especialistas, é necessário também que o caminho inverso aconteça, ou seja, é preciso oferecer campo de estudo e atrair alunos estrangeiros para as universidades brasileiras.


Pensando nisso, algumas instituições nacionais têm investido em oferecer algumas aulas da grade curricular em inglês. Muitos criticam essa iniciativa, alegando que ministrar aulas em inglês no Brasil seria uma forma de imperialismo, ou uma perda de soberania ou nacionalidade. Por outro lado, deve-se ter em mente que o inglês é a língua franca da educação também, assim como o é nas áreas administrativas e tecnológicas. Além disso, muitos países têm a língua inglesa como língua das comunicações oficiais governamentais.

 

Segundo especialistas, as aulas em inglês são importantes não só para atrair estudantes estrangeiros, mas também para ajudar o brasileiro a aprimorar seu conhecimento no idioma e auxiliar na integração entre os estudantes daqui e os de outros países. Uma vez que as pesquisas mais recentes nas diversas áreas são publicadas em inglês – a língua mundial – é importante que esse conhecimento cresça e amplie as possibilidades de ação dos alunos, que são futuros profissionais e devem estar muito bem capacitados.


Uma das universidades públicas que resolveu romper essa barreira de isolamento do Brasil no mundo acadêmico é a Unesp (Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho). Foi criado um programa permanente em que 50 disciplinas de pós-graduação serão ministradas em inglês. Segundo o chefe de assessoria da universidade, o novo programa foi pensado para focar as quatro áreas em que a Unesp tem “alta competência e reconhecimento internacional: ciências agrárias, energias alternativas, odontologia e literatura”. Iniciado em maio, o programa já possui 40 alunos estrangeiros, provenientes dos EUA e da Nigéria, além dos alunos brasileiros que pretendem aprimorar seu inglês.


A USP oferece aulas em inglês como grade permanente nos cursos de Economia, Administração e Contabilidade. Em seus cursos de pós-graduação, as aulas são em inglês apenas quando há muitos alunos estrangeiros nas aulas, ou quando há um professor estrangeiro convidado ministrando as aulas – o mesmo ocorre na UNICAMP.

 

Entre as universidades particulares, podemos citar como atuantes dessa iniciativa o Insper (Instituto de Ensino e Pesquisa – negócios e economia), com seu curso de Global Management Program; a ESPM (Escola Superior de Propaganda e Marketing), com disciplinas em inglês nos cursos de Administração e Relações Internacionais; e a FGV (Fundação Getúlio Vargas), com cursos de pós-graduação em parceria com instituições internacionais.

Para fazer com que o Brasil se aproxime do cenário acadêmico global, universidades brasileiras têm oferecido disciplinas de diversas áreas em inglês, buscando romper as barreiras e o isolamento do Brasil na área acadêmica. Saiba como isso vem ocorrendo e formule sua opinião sobre o assunto.


Programa Ciência sem Fronteiras (logo)

Duas iniciativas importantes para que o Brasil seja de fato inserido no meio acadêmico mundial são as bolsas de estudo no exterior do programa Ciência sem Fronteiras e o aumento das publicações de pesquisas em meios estrangeiros. Entretanto, de acordo com especialistas, é necessário também que o caminho inverso aconteça, ou seja, é preciso oferecer campo de estudo e atrair alunos estrangeiros para as universidades brasileiras.


Pensando nisso, algumas instituições nacionais têm investido em oferecer algumas aulas da grade curricular em inglês. Muitos criticam essa iniciativa, alegando que ministrar aulas em inglês no Brasil seria uma forma de imperialismo, ou uma perda de soberania ou nacionalidade. Por outro lado, deve-se ter em mente que o inglês é a língua franca da educação também, assim como o é nas áreas administrativas e tecnológicas. Além disso, muitos países têm a língua inglesa como língua das comunicações oficiais governamentais.

 

Segundo especialistas, as aulas em inglês são importantes não só para atrair estudantes estrangeiros, mas também para ajudar o brasileiro a aprimorar seu conhecimento no idioma e auxiliar na integração entre os estudantes daqui e os de outros países. Uma vez que as pesquisas mais recentes nas diversas áreas são publicadas em inglês – a língua mundial – é importante que esse conhecimento cresça e amplie as possibilidades de ação dos alunos, que são futuros profissionais e devem estar muito bem capacitados.


Uma das universidades públicas que resolveu romper essa barreira de isolamento do Brasil no mundo acadêmico é a Unesp (Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho). Foi criado um programa permanente em que 50 disciplinas de pós-graduação serão ministradas em inglês. Segundo o chefe de assessoria da universidade, o novo programa foi pensado para focar as quatro áreas em que a Unesp tem “alta competência e reconhecimento internacional: ciências agrárias, energias alternativas, odontologia e literatura”. Iniciado em maio, o programa já possui 40 alunos estrangeiros, provenientes dos EUA e da Nigéria, além dos alunos brasileiros que pretendem aprimorar seu inglês.


Cidade Universitária da USP (FAU – Faculdade de Arquitetura e Urbanismo; FEA – Faculdade de Economia, Administração e Contabilidade; ECA – Escola de Comunicação e Artes)

A USP oferece aulas em inglês como grade permanente nos cursos de Economia, Administração e Contabilidade. Em seus cursos de pós-graduação, as aulas são em inglês apenas quando há muitos alunos estrangeiros nas aulas, ou quando há um professor estrangeiro convidado ministrando as aulas – o mesmo ocorre na UNICAMP.

 

Entre as universidades particulares, podemos citar como atuantes dessa iniciativa o Insper (Instituto de Ensino e Pesquisa – negócios e economia), com seu curso de Global Management Program; a ESPM (Escola Superior de Propaganda e Marketing), com disciplinas em inglês nos cursos de Administração e Relações Internacionais; e a FGV (Fundação Getúlio Vargas), com cursos de pós-graduação em parceria com instituições internacionais.




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