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Embrapa testa gramas no aeroporto de Viracopos


Publicada em: 06/01/2014

Parceria entre as empresas tenta identificar espécies de gramíneas mais adequadas à cobertura vegetal das margens da pista de decolagem e aterrissagem do aeroporto de Campinas


As empresas Embrapa Pecuária Sudeste (São Carlos/SP) e Aeroportos Brasil Viracopos (ABV, Campinas/SP) assinaram neste ano um contrato de parceria que tem como objetivo testar algumas espécies nativas de gramíneas para verificar quais espécie são mais indicadas para fins paisagísticos e de recobrimento de superfícies de solo.

 

O contrato de parceria prevê testes de oito espécies nativas pré-selecionadas pela Embrapa, durante 19 meses. Esse contrato, na verdade, é uma continuação do projeto de pesquisa Gramados, que teve início em 2011 na Embrapa, e cujo objetivo era selecionar gramas nativas com características interessantes ao paisagismo e à cobertura de extensas áreas.

 

As características gerais procuradas pelos pesquisadores são as que permitam baixo custo de manutenção do gramado. No caso de Viracopos, além do baixo custo, busca-se uma espécie de gramínea que produza poucas sementes e, consequentemente, atraia poucas aves para o local, reduzindo assim riscos de colisões entre aves e aeronaves.


Em Viracopos, o plantio das espécies foi realizado em duas áreas representativas das condições de solo mais comuns no aeroporto. Durante o período dos testes, serão verificados o número de podas necessárias no período, existência ou não de espécies invasoras, velocidade de cobertura do solo e o grau de satisfação do uso de cada espécie.

 

Segundo Tiago Aranha, gestor desse projeto em Viracopos, para o aeroporto é interessante que a grama cresça pouco em altura, para evitar a necessidade de podas constantes, que ocupe o solo de forma rápida, para evitar espécies invasoras, e produza poucas sementes, para evitar a atração de aves.

 

Após a coleta desses dados e ao término da pesquisa, que está programada para acontecer em 2015, a Embrapa pretende disponibilizar para uso comercial a espécie que tenha apresentado os melhores resultados. A empresa pretende comercializar o produto principalmente para o plantio nas margens de rodovias e de aeroportos, nos parques públicos e na contenção de taludes, onde os custos de manutenção atuais são muito elevados.

 

Segundo Francisco Dübbern de Souza, pesquisador responsável pelo projeto, a parceria entre a Embrapa e a empresa que faz a gestão do aeroporto de Viracopos é importante, pois permite testar os tipos de gramas pré-selecionadas em condições reais de uso, aumentando as chances do produto ser incorporado de forma rápida e efetiva no mercado de interesse. 

Parceria entre as empresas tenta identificar espécies de gramíneas mais adequadas à cobertura vegetal das margens da pista de decolagem e aterrissagem do aeroporto de Campinas


Os testes têm por objetivo encontrar gramíneas que não atraiam aves, o que diminui o risco de acidentes.

As empresas Embrapa Pecuária Sudeste (São Carlos/SP) e Aeroportos Brasil Viracopos (ABV, Campinas/SP) assinaram neste ano um contrato de parceria que tem como objetivo testar algumas espécies nativas de gramíneas para verificar quais espécie são mais indicadas para fins paisagísticos e de recobrimento de superfícies de solo.

 

O contrato de parceria prevê testes de oito espécies nativas pré-selecionadas pela Embrapa, durante 19 meses. Esse contrato, na verdade, é uma continuação do projeto de pesquisa Gramados, que teve início em 2011 na Embrapa, e cujo objetivo era selecionar gramas nativas com características interessantes ao paisagismo e à cobertura de extensas áreas.

 

As características gerais procuradas pelos pesquisadores são as que permitam baixo custo de manutenção do gramado. No caso de Viracopos, além do baixo custo, busca-se uma espécie de gramínea que produza poucas sementes e, consequentemente, atraia poucas aves para o local, reduzindo assim riscos de colisões entre aves e aeronaves.


Outro objetivo é reduzir o custo de manutenção de áreas muito extensas

Em Viracopos, o plantio das espécies foi realizado em duas áreas representativas das condições de solo mais comuns no aeroporto. Durante o período dos testes, serão verificados o número de podas necessárias no período, existência ou não de espécies invasoras, velocidade de cobertura do solo e o grau de satisfação do uso de cada espécie.

 

Segundo Tiago Aranha, gestor desse projeto em Viracopos, para o aeroporto é interessante que a grama cresça pouco em altura, para evitar a necessidade de podas constantes, que ocupe o solo de forma rápida, para evitar espécies invasoras, e produza poucas sementes, para evitar a atração de aves.

 

Após a coleta desses dados e ao término da pesquisa, que está programada para acontecer em 2015, a Embrapa pretende disponibilizar para uso comercial a espécie que tenha apresentado os melhores resultados. A empresa pretende comercializar o produto principalmente para o plantio nas margens de rodovias e de aeroportos, nos parques públicos e na contenção de taludes, onde os custos de manutenção atuais são muito elevados.

 

Segundo Francisco Dübbern de Souza, pesquisador responsável pelo projeto, a parceria entre a Embrapa e a empresa que faz a gestão do aeroporto de Viracopos é importante, pois permite testar os tipos de gramas pré-selecionadas em condições reais de uso, aumentando as chances do produto ser incorporado de forma rápida e efetiva no mercado de interesse. 




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